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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Dia da consciência negra

Historia do dia nacional da consciência negra.

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei nº 10.639, no dia de janeiro de 2003 foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do quilombo dos palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois esse personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade.
Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também uma forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou ate a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
A abolição da escratura, de forma oficial só veio em 1888. Porem , os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças abundas da escravidão.

Importância da data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional.

Reflexão


Os africanos contribuíram muito durante nossa historia tanto em aspectos políticos, sociais e econômicos, quanto em aspectos culturais e religiosos. Por isso devemos valorizar e agradecer a esse povo por nos proporcionar tantas contribuições para nosso pais e sociedade.

domingo, 17 de novembro de 2013

Eletrização: Eletrização por atrito, contato e indução


Os processos de eletrização ocorrem na natureza constantemente e, muitas vezes, tais fenômenos passam despercebidos por nós. O fenômeno da eletrização consiste na transferência de cargas elétricas entre os corpos, e essa transferência pode ocorrer por três processos conhecidos: por atrito, por contato e por indução.
Eletrização por atrito
Para entender como ocorre a eletrização por atrito, faça a seguinte experiência. Pegue uma caneta esferográfica e corte alguns pedaços de papel bem pequeno. Agora atrite a parte de trás da caneta em seu cabelo e depois aproxime a parte atritada aos pedaços de papel.

Você irá observar os pequenos pedaços de papel sendo atraídos pela caneta. Isso ocorre porque quando você atritou a caneta no seu cabelo, houve uma transferência de elétrons entre os dois corpos, o que deixou a caneta carregada eletricamente. Ao aproximar essa caneta dos pedaços de papel, que são neutros, eles serão atraídos.

É importante assinalar que após o atrito, os corpos atritados ficam com cargas de sinais opostos. Isso é determinado por uma tabela chamada de série triboelétrica. Na figura que segue temos uma versão resumida dessa série. 


                           

É muito simples entender o funcionamento da série triboelétrica. Se atritarmos, por exemplo, lã com celuloide, a lã ficará carregada positivamente, enquanto que o celuloide ficará carregado negativamente. Isso quer dizer, que durante o atrito, a lã perdeu elétrons e o celuloide, por sua vez, ganhou elétrons.
A eletrização por contatoA eletrização por contato, diferentemente da eletrização por atrito, necessita de pelo menos um dos corpos carregado eletricamente. Para entender o funcionamento do processo da eletrização por contato, considere um condutor carregado positivamente e outro condutor neutro.
                           
                            


Aproxima-se o condutor positivo do condutor neutro até que ocorra o contato entre eles. Quando isso acontece, haverá uma transferência de elétrons do corpo neutro para o corpo carregado positivamente. Essa transferência irá ocorrer de maneira bem rápida até que ambos os condutores fiquem com o mesmo potencial elétrico.

                           


Separando-se os dois condutores, eles estarão com cargas de mesmo sinal.   
     
                           

É importante salientar também que está valendo o princípio da conservação das cargas elétricas, que diz que a quantidade de cargas elétricas antes do contato é igual à quantidade de cargas elétricas depois do contato. Se os dois corpos forem absolutamente idênticos, no final da experiência eles ficarão com a mesma quantidade de carga elétrica, que será determinada pela média aritmética da quantidade de cargas antes do contato.

                          


Eletrização por indução

Na eletrização por atrito e por contato, há obrigatoriamente a necessidade do contato físico entre os corpos. Na eletrização por indução isso já não é necessário e é por isso que esse processo recebe esse nome.

Considere três condutores, um carregado eletricamente e ou outros dois neutros e encostados um no outro.

                           


Aproxima-se o condutor carregado dos condutores neutros. O condutor carregado será o indutor e os condutores neutros, os induzidos.

Durante essa aproximação, observa-se uma separação de cargas nos condutores neutros. Como o indutor é positivo, o induzido mais próximo do indutor ficará negativo e o induzido mais afastado ficará positivo.

                          


Agora com o indutor ainda próximo, separam-se os dois condutores que estão juntos.

                           


 E por fim retira-se o indutor das proximidades dos outros dois corpos. Teremos como resultado os dois condutores que inicialmente eram neutros, agora carregados com cargas de sinais a opostos. Note que em momento algum houve o contato entre o condutor carregado e os condutores inicialmente neutros.

                           


 Um exemplo de uma consequência da eletrização por indução são os raios. Quando temos uma nuvem carregada eletricamente durante uma tempestade, ela irá induzir na superfície cargas de sinais opostos criando assim um campo elétrico entre a nuvem e a superfície. Se esse campo elétrico for muito intenso teremos uma descarga elétrica violenta que nós conhecemos como raio.



Raios e Descargas elétricas
     

      


Os relâmpagos são descargas elétricas semelhantes às correntes elétricas que passam pelos fios das residências. No entanto, são milhares de vezes mais fortes. Tão fortes que ao passarem pela atmosfera deslocam o ar e produzem um barulho intenso, o trovão. Vemos o relâmpago antes de ouvir o trovão porque a luz é mais rápida que o som.
Existem vários tipos de relâmpagos: os que ocorrem dentro das nuvens, entre duas nuvens e até das nuvens para o alto. Os relâmpagos que ocorrem entre as nuvens e o solo são chamados de raios. A corrente elétrica de um raio pode alcançar 20 mil amperes - o que corresponde a mil chuveiros elétricos.

Produzidas em formações como cúmulos e cúmulos-nimbos, essas descargas resultam da movimentação vertiginosa de elétrons dentro das nuvens.
A História da Eletricidade




A História da eletricidade tem seu início no século VI a.C., na Grécia Antiga, quando o filósofo Thales de Mileto, após descobrir uma resina vegetal fóssil petrificada chamada âmbar (elektron em grego), esfregou-a com pele e lã de animais e pôde então observar seu poder de atrair objetos leves como palhas, fragmentos de madeira e penas.

Tal observação iniciou o estudo de uma nova ciência derivada dessa atração.

Os estudos de Thales foram continuados por diversas personalidades, como o médico da rainha da Inglaterra Willian Gilbert, que, em 1600, denominou o evento de atração dos corpos de eletricidade.

Também foi ele quem descobriu que outros objetos, ao serem atritados com o âmbar, também se eletrizam, e por isso chamou tais objetos de elétricos.

Em 1730, o físico inglês Stephen Gray identificou que, além da eletrização por atrito, também era possível eletrizar corpos por contato (encostando um corpo eletrizado num corpo neutro). Através de tais observações, ele chegou ao conceito de existência de materiais que conduzem a eletricidade com maior e menor eficácia, e os denominou como condutores e isolantes elétricos. Com isso, Gray viu a possibilidade de canalizar a eletricidade e levá-la de um corpo a outro.

O químico francês Charles Dufay também contribuiu enormemente para a aprimoração dos estudos da eletricidade, quando, em 1733, propôs a existência de dois tipos de eletricidade, a vítrea e a resinosa, que fomentaram a hipótese de existência de fluidos elétricos.

Essa teoria foi, mais tarde, por volta de 1750, continuada pelo conhecido físico e político Benjamin Franklin, que propôs uma teoria na qual tais fluidos seriam na verdade um único fluido. Baseado nessa teoria, pela primeira vez se conhecia os termos positivo e negativo na eletricidade.

As contribuições para o então entendimento sobre a natureza da eletricidade tem se aprofundado desde o século XIX, quando a ideia do átomo como elemento constituinte da matéria foi aceita e, com ela, a convicção de que a eletricidade é uma propriedade de partículas elementares que compõem o átomo (elétrons, prótons e nêutrons).

Por volta de 1960, foi proposta a existência de seis pares de partículas elementares dotadas de carga elétrica – os quarks, que compõem outras particularidades como os prótons que, então, deixam de ser elementares.
Carga elétrica

A matéria que constitui todos os materiais são constituídas de átomos.
Os átomos são constituídos, pela concepção mais clássica, de prótons(P), nêutrons(N) e elétrons(e).
Sendo que a carga elétrica de cada um é respectivamente positiva, neutra e negativa.
Assim                                 
                                         

Com certos estudos na área de física pode-se provar que a carga elétrica transportada por um próton é a mesma que a de um elétron, que serão diferenciadas apenas pelas cargas de sinais opostos.
Assim pode se determinar a carga elétrica elementar indicada pela letra e , cujo valor é:
e = 1,6 . 10-19 Coulomb(C), sendo C no sistema internacional de unidades.
Fatos:
Se um corpo está com carga elétrica positiva existe uma falta de elétrons, assim o número de prótons é maior que o número de elétrons.
Se um corpo está com carga elétrica negativa existe uma falta de prótons, assim o número de prótons é menor que o número de elétrons.
Se um corpo está com carga elétrica neutra, o número de prótons é igual ao número de elétrons.
O módula da carga elétrica pode ser definido como:
Q = n.e
Onde Q é o módulo da carga elétrica, n é a quantidade de elétrons,e e é a carga elétrica elementar, e = 1,6 . 10-19C.
Quando dois corpos são atritados, há uma transferência de elétrons, do corpo que possua menor eletronegatividade, para o de maior. Exemplo: uma caneta de acrílico atritada com uma flanela de lã faz com que a caneta possa atrair objetos.

Um fato muito importante é que os prótons e neutros não se deslocam com a eletrização, somente os elétrons.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

calorimetria é a parte da física que estuda os fenômenos decorrentes da transferência dessa forma de energia chamada calor.Na natureza encontramos a energia em diversas formas. Uma delas, que é muito importante, é o calor. Para entendê-lo, pense em uma xícara de café quente sobre a sua mesa. Após algum tempo esse café estará frio, ou melhor, com a mesma temperatura que o ambiente. Esse fenômeno não é uma exclusividade da xícara de café quente, mas ocorre com todos os corpos que estão em contato de alguma forma e com temperaturas diferentes. Por que isso ocorre?

Temperatura

Os objetos na natureza, assim como nós, são feitos de pequenas partículas que conhecemos como moléculas. Com elas ocorre algo invisível. Elas estão em constante estado de agitação, no caso dos sólidos, ou de movimentação, como ocorre em líquidos ou gases. Essa situação não é constante, elas podem estar mais ou menos agitadas, dependendo do estado energético em que elas se encontram.O que se observa é que quanto mais quente está o corpo, maior é a agitação molecular e o inverso também é verdadeiro, ou seja, a temperatura é uma grandeza física que está associada de alguma forma ao estado de movimentação ou agitação das moléculas.A temperatura, atualmente, pode ser medida em três escalas termométricas. Celsius, Fahrenheit e Kelvin. A conversão entre essas escalas pode ser feita pelas seguintes relações matemáticas:

 





Nieversom



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

               Equilíbrio  de um corpo
 Teoria, seus criadores, sua prática
    Pense na gangorra, na tesoura ,nas roldanas, como funciona e o por que disso tudo. A estática ajuda a entender essas questões.
   Nesta unidade consideramos as condições segundo as quais os corpos, na natureza, pode ser mantidos continuamente em repouso ou em movimento uniforme. A tal estado chamamos equilíbrio, e o estudo das forças em momentos (torques) necessários para mantê-lo pertence a estática.
  Algumas das leis da estática faram estabelecidas por Arquimedes (287 a.C -212 a.C), matemático e também físico notável. Era o único de seu tempo a conhecer profundamente os princípios da alavanca e das roldanas e é o autor da célebre frase: "Deem-me    um ponto de apoio e levantarei  o mundo".
  A estática é assunto relevante no cálculo de grandes estruturas tais como pontes e edifícios, em que ausência de rotação e translação são condições necessárias e suficientes para mantê-los em equilíbrio.
  Esta ciência mostra e justifica a diferença entre tentar e fechar uma porta aplicando a força perto da dobradiça ou distante dela, ou ainda entre aplicar a força no ponto mais distante ou mais próximo do eixo de rotação de uma chave de boca, quando queremos retirar a porca de um parafuso .

  Os conhecimentos de estática possibilitaram ao homem criar as chamadas má quinas simples, como a alavanca, o plano inclinado e as polias, conseguindo levantar e locomover pesos bem acima de sua capacidade muscular. E mais: Certas ferramentas, o martelo, por exemplo, são feitos de forma que o  homem consiga obter resultados melhores com menores esforços. Instrumentos como a balança de pratos tem seu princípio de funcionamento dos fundamentos da estática.
 

Teste Teste Teste

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